Eduardo Tropia – autêntico fotógrafo das Minas Gerais

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Erivam Oliveira

Confira no Memória do Fotojornalismo Brasileiro o trabalho de Eduardo Tropia, autêntico fotografo das Minas Gerais, berço da inconfidência no foto-áudio reportagem realizado pelos estudantes Thaynah Silva e Kevin Zhu do 1º semestre do Curso de Jornalismo da ESPM-SP sob orientação do Prof. Erivam de Oliveira.
Eduardo Tropia nasceu em Pedro Leopoldo e foi criado em Ouro Preto, numa família de cinematógrafos e com o pai fotógrafo. Foi criado praticamente de dentro de um laboratório de revelação de fotografias, e também herdou um olhar artístico do pai.
Se mudou para Belo Horizonte, e começou sua carreira trabalhando na área editorial. Migrou para o setor independente, mas acabou indo trabalhar nos veículos de grande circulação.
Com o passar dos anos adquirindo experiência, Tropia foi trabalhar na IstoÉ Minas, onde atuou na área de fotojornalismo. Também prestou serviços para o jornal O Tempo, onde publicou várias capas de cultura, as fotos eram feitas com grande angular que lhe proporcionava ângulos abertos, Tropia tinha prazos curtos para consegui-las. Durante o período que atuou no jornal, fez por volta de 150 capas e assumiu a editoria por seis meses, mas largou o cargo de editor e retornou a sua grande paixão: a cidade de Ouro Preto.
Com o seu retorno a cidade histórica, adotou a fotografia no qual sempre teve mais interesse: o turístico com requintes artísticos. O fotografo se considera bairrista e nos últimos dez anos tem buscado a preservação do Barroco, do qual sua cidade é berço.
Com esse pensamento de preservação mineira, juntou-se com mais três amigos e criou o Coletivo Olho de Vidro. Lá busca um barroco liberto e o uso de novos meios de impressão. O Coletivo trata as fotos como obra de arte, com um perfil mais autoral e com uma finalização maior.
Hoje, Eduardo Tropia faz workshops de fotografia que acontece a cada dois meses com duração de 16 horas em seu próprio ateliê.

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