Além de palestras, ESPM Soul contou com obras, exposições e experiências diversas

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Juan Cuela e Taís Burihan (1º semestre)

O evento ESPM Soul, que ocorreu nos dias 12 e 13 de novembro na ESPM-SP, além das palestras e oficinas, também contou com painéis, atividades, exposições diversas e bancadas de startups.

Dentre as exposições, havia amostras de arte contemporânea localizadas dentro e fora das salas, na Praça de Convivência Acadêmica (PCA).

A obra “Granada Mk2”, produzida pelo centro de criação em artes visuais e multimídias Bijari, mostrava uma estrutura de led em formato de granada e quadros em defesa da democracia.

Em outra sala, a instalação 2049: o que fazer com o que sobrou, feita por Yuri Godoy, apresentava uma planta dentro de uma caixa com espelhos e luzes.

Os alunos do 1º semestre do curso de cinema da ESPM-SP também expuseram uma criação na PCA. A composição em vídeo “Espaços emocionais contemporâneos” unia ideias como linguagem, urbano, vivência, memória e transtornos.

Na praça também havia uma mesa com alguns fones de ouvido que transmitiam, de forma constante, o som das principais bacias hidrográficas brasileiras. De um lado, a escultura sonora compunha-se por sons de águas captadas dos rios brasileiros, e do outro por sons de risadas humanas. Esta era a obra “Rio Oir: Uma Escultura Sonora”, do artista plástico Cildo Meireles.

Na quadra nova, a empresa Grin disponibilizou alguns patinetes para que os participantes do evento pudessem testar os serviços do empreendimento de forma gratuita.

A Grin foi uma das startups que, como parte da incubadora da ESPM, apresentaram-se ao púbico da ESPM Soul com bancadas localizadas na quadra central da instituição. Havia também a TradeMap, a Docket, a Netshow.me e a e.DO.

Veja a galeria de foto do ESPM Soul aqui.

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