Prepare-se para inverno de até quatro ondas de frio por mês

Segundo previsão, haverá de 3 a 4 ondas de frio por mês. (Foto: Edson Capoano)

Segundo previsão, haverá de 3 a 4 ondas de frio por mês. (Foto: Edson Capoano)

Dez capitais bateram o recorde de temperaturas baixas neste ano, tendo como destaque a cidade de Urupema (SC), que chegou a -7,2 graus no dia 10 de junho, de acordo com Epagri/Ciram. E as temperaturas máximas no inverno, que começou ontem (20), poderão ficar abaixo de 15°C no Sudeste.

E a duração do frio em São Paulo tende a se estender. De acordo com o meteorologista da Somar, Celso Oliveira, em entrevista realizada para o site http://www.tempoagora.com.br, as ondas de frio previstas para os próximos meses, deverão ser mais frequentes que no último ano. “Enquanto em 2015, eram registradas uma ou duas ondas de frio no mês, a previsão indica que no mesmo período em 2016 ocorram de 03 a 04 ondas”, explica.

Em São Paulo, o frio também veio com tudo e pegou muita gente de surpresa. A temperatura chegou de 0°C na Zona Sul. Então, fica a dica, é melhor se agasalhar! Por isso, a reportagem do Vila Mariana entrevistou algumas pessoas da escola para falar um pouco do momento “gelado” que a capital paulista vive.

Débora Paris, 21 anos e estudante de jornalismo, gosta desse tipo de clima porque fica com mais disposição em relação ao tempo quente, e, com isso, faz várias atividades no dia. “O frio auxilia o meu dia a ser melhor. Eu gosto de sair para fazer caminhadas, pois não sinto calor como no tempo quente e gosto também de ir ao cinema e teatro”, disse.

A estudante de jornalismo também acha que o período atual é o melhor para estar bem vestida. “Gosto da elegância nas combinações de roupas que posso usar”, contou.

Débora Paris, estudante de jornalismo (Foto: Arquivo pessoal)

Débora Paris, estudante de jornalismo (Foto: Arquivo pessoal)

Outra simpatizante da baixa temperatura em São Paulo é a estudante de jornalismo Mariana Benvenido, de 25 anos, que tem o frio como clima favorito. Ela alega que a cidade fica mais bonita que consegue realizar diversas atividades. “Adoro sair para tomar vinho, comer fondue. Também amo sentar em um café para ler um livro e beber um chocolate bem quente. Ficar em casa no cobertor vendo filme é uma outra boa opção”, comentou.

Apesar da afinidade com o clima, Mariana confessou a prática (perigosa) para não sofrer com as temperaturas amenas da cidade. “Eu estou me agasalhando bem porque sair de casa sem casaco é impossível. Para não sentir frio quando vou me trocar, eu ligo o secador no máximo e no mais quente e jogo em cima da minha roupa. Assim, quando eu vou me vestir, minhas roupas estão bem quentes”, relatou.

A jovem também aproveita o momento para ajudar o próximo. “A gente tenta ajudar. Eu também carrego no meu carro casacos que eu não uso mais. Quando eu encontro alguém na rua que precisa, eu entrego. Já doei dois casacos na rua e no meu carro tem mais três”, disse.

Mariana utiliza hoje as mesmas roupas que utilizava no frio de Nova Iorque (Foto: Arquivo Pessoal)

Mariana utiliza hoje as mesmas roupas que utilizava no frio de Nova Iorque (Foto: Arquivo Pessoal)

Já Murillo Parolini, estudante de jornalismo de 21 anos, não gosta do frio. Para ele, a cervejinha gelada não dá o mesmo prazer que dá ao tomá-la no calor e ainda atrasa suas atividades profissionais. “A única coisa boa do frio é dormir e, por causa disso, sempre perco a hora de levantar e chego atrasado para o estágio. Para tomar banho é pior ainda, dá vontade de ficar um mês inteiro sem entrar no chuveiro, mas depois que entra, não dá mais para sair, então tomara que os reservatórios estejam cheios, porque haja água”, ironizou.

Murillo Parolini, estudante de jornalismo (Foto: Arquivo Pesssoal)

Murillo Parolini, estudante de jornalismo (Foto: Arquivo Pesssoal)

Com isso, Murillo, em seu tempo livre nesses dias gelados, prefere não sair de casa. “Gosto de ficar deitado na cama, vendo algum esporte ou alguma série, debaixo das cobertas, mas ainda não deixo o frio me impedir de tomar aquela cervejinha”, finalizou.

Por Fuad Ali (3o semestre)

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